O Colecionador - John Folwes
A tensão nos diálogos do livro, se mostra presente em várias situações e graus. A maior tensão na leitura, são as tentativas de Miranda para escapar, estes fatos tornam a leitura em uma dúvida instigante, Miranda consegue escapar? A que coisas ela irá se submeter? Ele a matará? As declarações machistas de Frederick e os enfrentamentos de Miranda às suas opiniões, corroem a paciência de Clegg, os dois, pertencendo a classes sociais diferentes, passam a ter diálogos debochados sobre os posicionamentos que tem, dentro de cada assunto que tratam. Frederick passa a se recusar que seja louco ou um doente, ele tem a fiel visão de que tudo que faz por Miranda, é em nome do amor que tem por ela, porém a jovem, continua o titulando de louco. No passar dos dias de confinamento, percebe-se certa aproximação entre os personagens, em vários momentos é possível perceber a atração e afeiçoado por Frederick da parte de Miranda, gerando assim a dúvida: Miranda estaria se apaixonando por seu sequestrador? Claro que isto, não é algo de outro mundo, é um caso clássico de romantização, e um desenvolvimento de uma possível síndrome de Estocolmo, que logo após vários questionamentos, se vê brutalmente fora de cogitação para a jovem em toda a situação caudadas por Clegg. Ao final da leitura, pude ter a certeza que foi uma experiência revolucionária, o “Colecionador” é um livro tenso, com pontos diferentes da situação que mostram as perspectivas de ambos os lados e deixam a janela em aberto para uma nova versão de todo o enredo, ou seja: Frederick buscará uma nova Miranda?
Poste mais!, adorei o seu blog!!!
ResponderExcluirObrigado!
ExcluirUau, amei❤️
ResponderExcluirObrigado!
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